Review – Lúcifer pode ser delicioso

lucifer capO dilema dos “vazamentos” continua, eu particularmente não acredito muito mais que atualmente com todas as implantações de segurança na internet algo realmente seja “vazado” principalmente quando isto ocorre em uma qualidade tão alta como foram os casos de Supergirl e Lúcifer, ambos vazados em qualidade alta e sem marca d’água.

Mas vamos ao que interessa, o Lúcifer de Tom Ellis é um verdadeiro demônio quando se trata de alguns aspectos, já para outros, é algo a se observar. Dono de uma balada de luxo, o rei do inferno se diverte as custas de sua habilidade em impelir as pessoas a revelarem seus desejos mais íntimos, o que rende ótimos plots ao longo do episódio. Tio Lu é apresentado como um bem-humorado sociopata extremamente sarcástico aspecto muito bem interpretado por Tom que soube usar e abusar de linguagem corporal tão bem quanto o chame em sua voz que devido ao sotaque britânico sobe a outro nível.

Um único ponto fraco apresentado no episódio e aparenta vir a ser abordado é a possível humanização de Lúcifer que demonstra certa afeição por Delilah uma cantora e entra em meio a uma investigação no desejo de vingar a garota que é assassinada em seus braços, junta-se a Chloe (Lauren German), uma detetive a frente da investigação da morte de Delilah. Os dois possuem uma boa química e ao longo do episódio é trabalhado a curiosidade de Lucifer sobre Chloe que se mostra imune a suas habilidades, sim, um clichê dos mais descarados, que se bem trabalhado pode render em algo interessante.

Temos também na parte mística da produção Maze (Lesley-Ann Brandt), uma demônia que trabalha como bartender na baladinha do tio Lu. O demônio é confrontado por Amenadiel (D. B. Woodside), um anjo enviado por Deus para leva-lo de volta ao inferno. O piloto da atração da Vertigo vem no formato caso da semana, que apesar de saturado parece ser o melhor modo de apresentar os personagens e não deixa grandes pontas soltas, mas deixa em aberto vários aspectos positivos a serem trabalhados ao longo da temporada, Lúcifer entretém por seu modo leve e sarcástico sem deixar de lado o clima tenso de uma possível guerra entre anjos e demônios que esperamos que aconteça para trazer um tom distópico a série.

Por hora nos resta apenas especular, a atração só estreia em 2016. Já assistiu o piloto de Lúcifer? Conta para nós o que achou!
Ah! uma curiosidade interessante. Não é só a família tradicional brasileira que gosta de meter o bedelho nos programas televisivos, aparentemente um grupo realmente grande de mães criaram uma petição para que Lúcifer não fosse exibido, a petição que alega que a série será um meio de glorificar o rei do inferno se encontra no site The American Family Association (Associação da Família Americana) e One Million Moms (Um milhão de Mães) segundo o site já existem mais de 126 mil assinaturas.

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