Convergente | Crítica

 

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Estou atrasado, eu sei! Tem um tempão que eu vi Convergente e mais um tempo que escrevi este texto, mas devido aos problemas que tivemos ele demorou a sair. Vamos ao que interessa.

Eu confesso que fiquei meio “Bleeh” quanto as revelações da humanidade além do muro em Insurgente ou bem, a pouca humanidade que restou alem dos muros como descobrimos em Convergente.

Era de se esperar que convergente ampliasse seus cenários e a sua história para um grande acontecimento que nos levasse a crer que o ápice da saga esta ainda por vir no próximo filme, mas Convergente não preenche tal requisito. Torcíamos também por uma ação real, afinal nos dois longas anteriores as melhores cenas praticamente se passavam na mente de Tris, infelizmente nesse terceiro sentimos falta das brigas interiores da protagonista.

O filme começa de onde seu antecessor termina. Evelyn (mãe do Quatro) fecha os muros, as facções não existem mais. Começa o julgamento daqueles que estavam ao lado de Janine, quando por pedido do povo o primeiro julgado, cujo nome eu não lembro agora é executado a sangue frio, o julgamento divide as antigas relações até então amenas, a Amizade deixa o local e resolve se tornar outra facção, os leais.

Pouco depois Quatro resgata Caleb de sua cela, junto a Tris, Tori, Cristina e Petter, eles fogem para deixar a cidade e encontrar as pessoas além do muro. Então após uma perseguição a saga nos apresenta a outra parcela da humanidade, pessoas geneticamente modificadas provindo de experimentos que prometiam ampliar suas qualidades, mas algo deu errado não é mesmo? As pessoas perderam a sua essência, seus sentimentos, seu pudores. E o mais importante, recheadas de tecnologia, coisas mais avançadas ainda do que as de Chicago.  

Descobrimos que a cidade foi criada como um experimento, onde esperava-se que em algum momento as pessoas voltariam a nascer com os genes puros, tal pureza já conhecida por nós anteriormente. Sim, estou falando dos Divergentes. Lembram dos níveis de Divergentes usados no ultimo filme para abrir a caixa? São os níveis de pureza dos genes, sendo assim, Tris é a única que poderia encabeçar os estudos a cerca dos genes. – Jura?

O problema do longa, é quando logo de cara percebemos que a real intenção de tais humanos não são boas, – me refiro a poucos minutos depois que deixamos os muros de Chicago e – somos arrastados por um longo tempo de uma iludida Tris que não percebe a verdadeira intenção de seu novo melhor amigo. Quatro, único personagem de quem eu consigo de fato gostar na saga, é quem primeiro percebe e sintoniza o que esta acontecendo a sua volta.

Quando finalmente chegamos ao ápice do filme, as mascaras caem e somos levados para a batalha final, esperamos um grande conflito, um leve conflito, mas chega a ser deprimente perceber que ao final do filme a história não andou quase nada, poderia muito bem tudo isso ter sido apresentado em 30 ou 40 minutos de filme, restando ainda 1h20m para a segunda parte do livro, o problema da saga é o excesso de tecnologia usada numa tentativa de lucro que chega no final, mas que no caminho prejudica a saga, cujo tema está ficando saturado entre tantas produções no mesmo estilo.

E vocês, o que acharam do penúltimo filme da saga Divergente?

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